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Como usar o comando Telnet no Linux

Como usar o comando Telnet no Linux
Awais Khan
Redator técnico
O sistema Linux
13.10.2025
Reading time: 6 min

O comando Telnet é uma ferramenta prática de comunicação de rede no Linux. De varreduras de portas remotas à depuração de conexões, o Telnet oferece uma maneira simples e baseada em texto para interagir com um host remoto.

Neste guia passo a passo, você aprenderá a instalar, configurar e usar o Telnet no Linux. Também abordaremos suas principais opções e recursos, para que você tenha uma visão completa.

O que é Telnet?

Telnet, abreviação de Telecommunication Network, é um protocolo de rede que permite acessar outro computador remotamente através do TCP (Transmission Control Protocol). Ele permite conectar-se diretamente a um host remoto em uma porta específica para enviar comandos e visualizar as respostas em tempo real.

O Telnet é usado principalmente para:

  • Testar portas abertas: verificar se um servidor está ouvindo em uma porta específica.
  • Acessar serviços: como web, e-mail ou outros serviços de rede.
  • Depurar problemas de rede: identificar falhas de conectividade ou portas bloqueadas.

Instalando o Telnet no Linux

O Telnet não vem pré-instalado na maioria das distribuições modernas do Linux. O processo de instalação varia conforme o tipo de sistema.

Para sistemas baseados em Ubuntu/Debian

Usuários de Ubuntu, Debian ou similares podem instalar o Telnet com o gerenciador de pacotes APT:

sudo apt install telnet

Para sistemas baseados em Red Hat/CentOS

Em Red Hat, CentOS ou Fedora, use o yum ou o dnf:

sudo yum install telnet

For newer versions:

sudo dnf install telnet

Sintaxe do comando Telnet

A sintaxe do Telnet é simples:

telnet [hostname/IP] [port]

Parâmetros:

  • [hostname/IP]: define o nome do host ou endereço IP do servidor remoto.

  • [port]: especifica o número da porta a ser usada (por padrão, 23).

O Telnet estabelece uma conexão direta com serviços específicos, como: HTTP (porta 80), SMTP (porta 25) e FTP (porta 21).

Principais opções do comando Telnet

O comando Telnet é altamente configurável e oferece várias opções para personalizar sua operação.

Opção

Descrição

-4

Força o uso do IPv4.

-6

Força o uso do IPv6.

-8

Permite a transferência de dados de 8 bits.

-E

Desativa o caractere de escape.

-K

Impede o envio automático de credenciais (ex.: ticket Kerberos).

-L

Ativa o modo loopback (conecta ao próprio host).

-X atype

Define o tipo de autenticação (ex.: KERBEROS_V4).

-a

Preenche automaticamente o nome de usuário ao conectar-se.

-d

Ativa o modo de depuração com informações detalhadas.

-e char

Define um caractere de escape personalizado.

-l user

Especifica o nome de usuário para login.

-n tracefile

Grava a atividade da sessão em um arquivo de log.

-b addr

Define o endereço ou interface local para a conexão.

-r

Cria uma conexão Telnet reversa (reverse Telnet).

 

Usando o Telnet: aplicações práticas

O Telnet é uma ferramenta útil para diagnosticar e testar conexões de rede. Veja alguns exemplos comuns.

Testar portas abertas

Para verificar se a porta 80 de um servidor está aberta:

telnet example.com 80

Image2

Se a porta estiver aberta, o Telnet mostrará uma tela em branco, indicando que o servidor está ouvindo. Se estiver bloqueada ou fechada, será exibida uma mensagem como: Connection refused

Interagir com servidores SMTP

O Telnet pode ser usado para depurar servidores de e-mail enviando comandos SMTP diretamente:

telnet mail.example.com 587

Image5

Depois de conectado, digite comandos como HELO, MAIL FROM e RCPT TO para se comunicar com o servidor.

Image3

Enviar requisições HTTP

Você também pode usar o Telnet para testar manualmente um servidor web:

telnet example.com 80

Image4

Em seguida, digite:

GET / HTTP/1.1
Host: example.com

Pressione Enter duas vezes para enviar a requisição. A resposta do servidor aparecerá em seguida.

Image6

Forçar o uso de IPv4

Se o servidor suportar IPv4 e IPv6, você pode forçar a conexão via IPv4:

telnet -4 example.com 80

Image1

Isso garante compatibilidade com redes que não suportam IPv6.

Depurar um servidor MySQL

O Telnet também pode verificar se a porta do MySQL (3306) está aberta:

telnet database.example.com 3306

Se a conexão for bem-sucedida, o Telnet exibirá uma mensagem de saudação específica do protocolo MySQL.

Considerações de segurança

Embora o Telnet seja útil, ele é fundamentalmente inseguro, pois transmite todos os dados — incluindo senhas — em texto puro.

👉 Portanto:

  • Evite usar Telnet em redes públicas ou não seguras. Prefira redes privadas e protegidas.
  • Use alternativas seguras, como SSH (Secure Shell), para comunicação criptografada.
  • Desative o Telnet em servidores onde ele não é necessário.

Casos de uso avançados

O Telnet também pode ser usado em cenários específicos, como:

  • Monitoramento de serviços: testar diretamente protocolos como IMAP ou POP3.
  • Gerenciamento de dispositivos IoT: alguns dispositivos conectados ainda usam Telnet como interface de texto.
  • Uso educacional: excelente ferramenta para aprender sobre protocolos e respostas de servidor.

Problemas comuns e soluções

Apesar da simplicidade, o Telnet pode apresentar alguns erros:

  • Connection Refused: Porta de destino fechada ou bloqueada por firewall.

  • Time-Out Errors: Latência de rede ou problema de roteamento.

  • Permission Denied: Permissões insuficientes ou porta restrita.

Verifique regularmente as configurações de rede e firewall para evitar esses problemas.

Alternativas ao Telnet

Devido à ausência de criptografia, o Telnet representa um risco de segurança. Existem alternativas mais seguras com recursos semelhantes:

  • SSH (Secure Shell): a alternativa mais popular, com comunicação criptografada e autenticação forte.
     → Use o comando ssh para acessar servidores remotos com segurança.
  • Netcat (nc): ferramenta poderosa para depuração, varredura de portas e testes de conexão (TCP/UDP).
  • OpenSSL s_client: permite testar conexões SSL/TLS com segurança em portas específicas.

Conclusão

O Telnet é uma ferramenta simples, porém eficaz, para diagnóstico e depuração de redes no Linux. Desde que você esteja ciente de suas limitações de segurança, ele continua sendo uma opção prática para testes e comunicação com serviços de rede.

Com este guia, você pode instalar, configurar e usar o Telnet de forma segura e eficiente, aproveitando ao máximo os recursos de administração remota do Linux.

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13.10.2025
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Symlinks, também conhecidos como links simbólicos, funcionam como atalhos no mundo Linux. Eles permitem criar um novo nome (ou link) que aponta para outro arquivo, diretório ou qualquer objeto dentro do sistema de arquivos. Sua principal vantagem é reduzir redundâncias, evitando a necessidade de manter várias cópias do mesmo arquivo. Quando você usa um symlink, alterações feitas no arquivo original são refletidas em todos os seus links simbólicos. Isso elimina a necessidade de atualizar diversas cópias manualmente. Além disso, symlinks oferecem uma forma flexível de gerenciar permissões de acesso. Por exemplo, usuários diferentes, com diretórios apontando para subconjuntos de arquivos, podem limitar a visibilidade além do que as permissões padrão permitiriam. Em essência, symlinks são indispensáveis para uma gestão eficiente de arquivos e organização, simplificando atualizações e controle de acesso em sistemas complexos. Requisitos Para seguir este tutorial, você vai precisar de: Um servidor em nuvem, máquina virtual ou computador rodando um sistema operacional Linux. Na Hostman, você pode implantar um servidor com Ubuntu, CentOS ou Debian em menos de um minuto. Criando links simbólicos com o comando ln O comando ln é usado para criar links simbólicos no Linux. Siga estas etapas: Abra uma janela do terminal. Navegue até o diretório onde deseja criar o link simbólico. Use a seguinte sintaxe para criar um symlink: ln -s /path/to/source /path/to/symlink Substitua /path/to/source pelo caminho real do arquivo ou diretório que deseja vincular e /path/to/symlink pelo nome/local desejado para o link simbólico. Entendendo as opções do comando ln O comando ln oferece várias opções para personalizar a criação de symlinks:  -s: Cria um link simbólico.  -f: Sobrescreve um symlink existente.  -n: Trata o destino do symlink como um arquivo comum. Explore essas opções conforme suas necessidades de criação de links. Criando links simbólicos para arquivos Para criar um symlink para um arquivo, use o comando ln com a opção -s. Aqui está um exemplo de como criar um link simbólico para um arquivo usando o comando ln. O comando abaixo cria um link simbólico chamado symlink_file no diretório atual, apontando para o arquivo /path/to/file: ln -s /path/to/file /path/to/symlink_file Substitua /path/to/file pelo caminho real do arquivo e /path/to/symlink_file pelo nome desejado do symlink. Neste exemplo, o caminho é absoluto. Você também pode criar um symlink usando um caminho relativo. No entanto, lembre-se de que, para que o symlink funcione corretamente, qualquer processo que o acesse deve primeiro definir o diretório de trabalho correto; caso contrário, o link pode parecer quebrado. Criando links simbólicos para diretórios Você pode usar o comando ln para criar um link simbólico que aponta para um diretório. Por exemplo, o comando abaixo cria um symlink chamado symlink_directory no diretório atual, apontando para /path/to/directory: ln -s /path/to/directory /path/to/symlink_directory Esse comando cria um link simbólico chamado symlink_directory na sua localização atual, vinculando-o ao diretório /path/to/directory. Sobrescrever um link simbólico à força Você pode usar a opção -f com o comando ln. Por exemplo, se o caminho em um symlink estiver incorreto devido a um erro de digitação ou se o destino tiver sido movido, você pode atualizar o link assim: ln -sf /path/to/new-reference-dir symlink_directory Usar a opção -f garante que o conteúdo do symlink antigo seja substituído pelo novo destino. Ela também remove automaticamente quaisquer arquivos ou symlinks conflitantes. Se você tentar criar um symlink sem -f e o nome já estiver em uso, o comando falhará. 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15 December 2025 · 6 min to read
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O systemctl, parte da suíte systemd, ajuda administradores a habilitar, desabilitar, monitorar e controlar serviços. Dominar o systemctl pode melhorar a resposta, o desempenho e a confiabilidade do sistema. Um serviço — ou um conjunto de processos que operam em segundo plano para fornecer funções do sistema, como rede, compartilhamento de arquivos ou hospedagem de aplicações — é chamado de serviço no ambiente Linux. Embora esses serviços possam ser controlados manualmente, eles normalmente são iniciados automaticamente quando o sistema é inicializado. Serviços críticos, como servidores web, bancos de dados e ferramentas de rede, precisam ser gerenciados corretamente para garantir sua disponibilidade e funcionamento eficiente. Administradores podem reduzir o tempo de inatividade recarregando ou reiniciando serviços usando os comandos do systemctl, sem interferir nas atividades do sistema. Garanta que os serviços estejam disponíveis após uma reinicialização usando os comandos enable/disable para automatizar sua inicialização. Monitore o status dos serviços e logs para diagnosticar rapidamente problemas. Devido à sua versatilidade, o systemctl é uma ferramenta indispensável para a administração de serviços em qualquer sistema Linux. Iniciar um serviço usando systemctl Iniciar um serviço no Linux com systemctl é uma tarefa simples, porém essencial, para controlar diferentes processos em segundo plano, como servidores web, bancos de dados ou serviços de rede. Um serviço deve ser iniciado pelo usuário e autorizado a executar sua função designada. Use o comando abaixo para iniciar um serviço. sudo systemctl start <nome_do_servico> Onde: sudo: concede os privilégios administrativos necessários para iniciar o serviço. systemctl: o comando do Linux para gerenciar serviços. start: o comando que instrui o sistema a iniciar o serviço. <nome_do_servico>: o nome do serviço (por exemplo: apache2, nginx, ssh) que o usuário deseja iniciar. Exemplo: sudo systemctl start apache2 Esse comando instrui o serviço Apache a iniciar. Se o serviço já estiver em execução, nada visível acontecerá. Caso não esteja em execução, o comando o iniciará. Reiniciar um serviço usando systemctl Para administradores de sistemas Linux, reiniciar um serviço usando o systemctl é fundamental, pois o serviço é interrompido e iniciado novamente. Isso é especialmente útil ao solucionar problemas de serviços ou após alterações de configuração ou atualizações de software. Reiniciar um serviço garante que ele utilize a configuração ou o código mais recente. Use o comando abaixo para reiniciar um serviço. sudo systemctl restart <nome_do_servico> Exemplo: sudo systemctl restart apache2 Esse comando primeiro interrompe o serviço Apache e depois o reinicia. Isso é especialmente útil quando o usuário modificou o arquivo de configuração e deseja aplicar as alterações. Reiniciar um serviço pode ajudar a resolver problemas temporários ou liberar recursos. Quando um serviço não está funcionando corretamente, reiniciá-lo geralmente resolve o problema. Recarregar a configuração de um serviço com systemctl No Linux, um serviço pode aplicar novas alterações de configuração sem precisar ser completamente interrompido e reiniciado, utilizando o comando de recarga do systemctl. Isso é especialmente útil quando pequenas alterações são feitas na configuração e não se deseja interromper o funcionamento do serviço. Use o comando abaixo para recarregar um serviço. sudo systemctl reload <nome_do_servico> Exemplo: sudo systemctl reload apache2 Esse comando aplica as alterações feitas no arquivo de configuração do Apache sem reiniciar completamente o servidor, minimizando interrupções para os usuários. Recarregar é uma opção mais suave do que reiniciar, pois não encerra conexões ativas nem processos em execução. Parar serviços com systemctl Execute o comando abaixo para parar um serviço em execução. Se um serviço estiver configurado para iniciar automaticamente na inicialização do sistema, pará-lo interromperá apenas suas operações atuais, mas não impedirá que ele seja iniciado novamente na próxima reinicialização. Esse simples comando systemctl stop permite ao usuário encerrar processos sem alterar o comportamento de inicialização, sendo útil para o gerenciamento de serviços. sudo systemctl stop <nome_do_servico> Exemplo: sudo systemctl stop apache2 Verificar o status de serviços usando systemctl Monitorar e verificar se os serviços estão funcionando corretamente é uma das tarefas mais importantes da administração de sistemas Linux. Com o comando systemctl, é possível visualizar informações detalhadas sobre o status de um serviço, como se ele está ativo, inativo ou se apresentou algum problema. Após reiniciar ou recarregar um serviço, verificar seu status ajuda a confirmar que ele voltou a funcionar como esperado. Use o comando abaixo para visualizar o status atual de um serviço. sudo systemctl status <nome_do_servico> Exemplo: sudo systemctl status apache2 O comando status fornece informações detalhadas sobre o serviço, geralmente incluindo: Active State:  mostra se o serviço está em execução (active), parado ou em falha. Loaded State:  indica se o arquivo de unidade (arquivo de configuração) do serviço está carregado na memória. Main PID:  mostra o ID do processo principal do serviço. Recent Logs: exibe as entradas de log mais recentes relacionadas ao serviço para auxiliar na solução de problemas. Solução de problemas comuns Diversos problemas podem ocorrer ao gerenciar serviços no Linux usando o systemctl, incluindo encerramentos inesperados, falhas ao iniciar ou erros de configuração. Resolver esses problemas de forma eficaz é essencial para manter o desempenho e a estabilidade do sistema. A seguir estão os problemas mais comuns e os passos recomendados para solucioná-los. O comando sudo systemctl start retorna um erro ou não inicia o serviço conforme esperado. Execute sudo systemctl status <nome_do_servico> para obter detalhes sobre a causa da falha do serviço. Utilize journalctl para visualizar os logs do sistema relacionados ao serviço e identificar possíveis problemas subjacentes. O comando systemctl status mostra a causa da falha. Procure mensagens como "Main PID exited" ou "Job for <nome_do_servico> failed" para entender o problema. Muitas vezes, reiniciar o serviço pode corrigir falhas temporárias. Um serviço não inicia automaticamente após reiniciar o sistema. Certifique-se de que o serviço está configurado para iniciar automaticamente. Execute sudo systemctl is-enabled. Se ele não estiver habilitado, ative-o com systemctl enable <nome_do_servico>. O serviço não inicia ou não executa ações devido a erros de permissão. Verifique se o serviço possui permissões adequadas para acessar os arquivos e diretórios necessários. Por exemplo: servidores web precisam de permissão de leitura para arquivos de configuração e diretórios web. Confirme também que o serviço está sendo executado com o usuário ou grupo correto. Alguns serviços precisam ser executados por um usuário específico definido no arquivo de unidade. O serviço inicia com configuração incorreta ou alterações feitas no arquivo de unidade não são aplicadas. Execute sudo systemctl daemon-reload após modificar um arquivo de unidade para recarregar a gestão do systemd. Certifique-se de que o arquivo de unidade corresponde à configuração esperada e está localizado em /lib/systemd/system/ ou /etc/systemd/system/. Esses procedimentos podem ajudar a resolver a maioria dos problemas comuns relacionados a serviços gerenciados pelo systemctl no Linux. A estabilidade e a integridade do sistema podem ser preservadas revisando regularmente os logs e o status dos serviços. 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Como listar usuários no Linux

Administrar e proteger um sistema Linux exige monitoramento e gerenciamento cuidadoso dos usuários. Saber quem está utilizando o sistema e quais ações estão sendo executadas é fundamental para manter a segurança e a eficiência de servidores e computadores Linux. Este guia apresenta vários métodos para verificar usuários no Linux, incluindo o uso do terminal e da interface gráfica (especificamente, o Gnome). Os métodos descritos ajudam você a obter informações sobre contas de usuário, suas atividades, histórico de login e muito mais. Existem diversas maneiras de listar contas de usuário. A seguir, mostramos como acessar a lista de usuários do Linux pelo terminal e pela interface gráfica. Terminal Nesta seção, exploraremos métodos para exibir usuários no Linux usando a linha de comando. Arquivo /etc/passwd O arquivo /etc/passwd contém informações sobre todos os usuários registrados no sistema. Cada linha representa uma conta de usuário e inclui: nome, senha, UID (ID do usuário), GID (ID do grupo), informações adicionais (GECOS), diretório home e shell de login. Para visualizar seu conteúdo: cat /etc/passwd Você também pode abrir o arquivo em um editor de texto como nano ou vim. Se você estiver usando um servidor em nuvem da Hostman com um usuário não administrador, o arquivo pode parecer assim: (Exemplo visual no documento original) As senhas aparecem como x por motivos de segurança. Elas são armazenadas no arquivo /etc/shadow. Para exibir apenas os nomes dos usuários: sed 's/:.*//' /etc/passwd Comando who O comando who mostra uma lista dos usuários ativos, incluindo nome, terminal, data e hora de login e, quando disponível, o endereço IP: who Se você precisa apenas dos nomes dos usuários atualmente conectados: users Diferença: who → fornece informações detalhadas users → lista apenas os nomes Comando w O comando w mostra uma visão detalhada dos usuários ativos, incluindo: atividades atuais, tempo de login, carga do sistema. Execute: w Comando last O comando last exibe o histórico de logins, incluindo datas, horários e origem das conexões. É útil para auditoria e segurança: last Comando lastlog O comando lastlog mostra o último login de cada usuário: lastlog Interface gráfica Para quem prefere trabalhar com interface gráfica, veja como verificar usuários em sistemas com o ambiente Gnome. Ferramentas semelhantes não são mais suportadas no KDE Plasma. Existem pelo menos duas formas de acessar a lista de usuários no Gnome. Menu “Usuários” Abra Configurações pelo menu do sistema. Procure e abra a aba Usuários. Clique em Desbloquear (canto superior direito) para liberar todas as funções. Na parte superior, você verá a lista de usuários existentes; abaixo, os detalhes e configurações de cada conta. Utilitário “Users” Você também pode instalar o utilitário adicional gnome-system-tools: sudo apt install gnome-system-tools (Em outras distribuições use dnf, pacman, etc.) Depois de instalado: Abra o menu de busca. Digite Usuários. Selecione o utilitário recém-instalado. A janela permitirá visualizar e editar contas, tipos de usuário, senhas e outras configurações. Resumo Se você usa o terminal, estes comandos são úteis: /etc/passwd — lista todas as contas existentes who — lista usuários ativos com detalhes w — mostra atividades atuais dos usuários last — mostra o histórico de logins lastlog — exibe o último login de cada usuário Se utiliza Linux com Gnome, você pode usar: o menu Usuários, ou o utilitário gnome-system-tools. Entender quem acessa seu sistema e quais ações executam ajuda a detectar problemas rapidamente e melhora a administração do sistema. Escolha o método que mais se adapta às suas necessidades.
11 December 2025 · 4 min to read

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